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Publicado em: 16/03/2015

Doença renal crônica atinge 10% da população mundial

A doença renal crônica atinge 10% da população mundial e afeta pessoas de todas as idades e raças. A estimativa é que a enfermidade afete um em cada cinco homens e uma em cada quatro mulheres com idade entre 65 e 74 anos, sendo que metade da população com 75 anos ou mais sofre algum grau da doença.

Diante desse cenário, no Dia Mundial do Rim, lembrado ontem (12), a Sociedade Brasileira de Nefrologia defende que a creatinina sérica e a pesquisa de proteína na urina façam parte dos exames médicos anuais.

O risco de doença renal crônica, de acordo com a entidade, deve ser avaliado por meio de oito perguntas: Você tem pressão alta? Você sofre de diabetes mellitus? Há pessoas com doença renal crônica na sua família? Você está acima do peso ideal? Você fuma? Você tem mais de 50 anos? Você tem problema no coração ou nos vasos das pernas (doença cardiovascular)? Se uma das respostas for sim, a orientação é procurar um médico.

Os principais sintomas da doença renal crônica são: falta de apetite, cansaço, palidez cutânea, inchaços nas pernas, aumento da pressão arterial, alteração dos hábitos urinários como urinar mais à noite e urina com sangue ou espumosa.

As recomendações das entidades médicas para reduzir o risco ou para evitar que o quadro se agrave incluem manter hábitos alimentares saudáveis, controlar o peso, praticar atividades físicas regularmente, controlar a pressão arterial, beber água, não fumar, não tomar medicamentos sem orientação médica, controlar a glicemia quando houver histórico na família e avaliar regularmente a função dos rins em casos de diabetes, hipertensão arterial, obesidade, doença cardiovascular e histórico de doença renal crônica na família.

Dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia indicam que 100 mil pessoas fazem diálise no Brasil. Atualmente, existem 750 unidades cadastradas no País, sendo 35 apenas na cidade de São Paulo. Os números mostram ainda que 70% dos pacientes que fazem diálise descobrem a doença tardiamente. A taxa de mortalidade para quem enfrenta o tratamento é 15%.

Desde abril de 2014, a Secretaria de Atenção à Saúde autorizou a inclusão de novas ações na tabela de procedimentos do Sistema Único de Saúde (SUS) referentes a procedimentos ligados ao cuidado da pessoa com a doença renal crônica.

Os pacientes também têm agora direito a hemocultura (que pesquisa bactérias no sangue), exame de caracteres físicos com contagem global e especifica de células, gasometria, entre outros. Para hemodiálise pediátrica, a criança com  problema renal tem direito a ultrassonografia do aparelho urinário e eletrocardiograma.

Nos casos de pacientes no estágio pré diálise, dosagens de cálcio, creatinina, fósforo, proteínas, potássio, ferro sérico, ureia, entre outros, também estão incluídas na tabela.

Com informações do Portal Brasil