Representantes do Crefito-3 irão visitar 26 municípios da região
Após a denúncia, foi realizada visita fiscalizatória no Hospital da Luz, que identificou irregularidades que estão além da competência legal de ação do Conselho
Formação no método deve ser feita por meio de curso teórico-prático com carga horária mínima de cem horas.
Vitória para os Profissionais Empreendedores
Após anos de luta, a sociedade é a maior beneficiada, com o fortalecimento de uma assistência terapêutica qualificada, garantida pela autonomia e pela isonomia das profissões da saúde
Profissionais que quitarem o valor em janeiro terão 25% de redução
Publicado em: 29/04/2015
Tecnologia Assistiva não é bem de consumo comum
Terapeuta Ocupacional defende que produtos sejam adquiridos de forma mais criteriosa, com o acompanhamento de profissionais qualificados
No artigo
intitulado “Por que os produtos de Tecnologia Assistiva não deveriam ser
tratados como bens de consumo comuns, comprados diretamente pelos usuários sem
a intermediação de sistemas de prestação de serviços?”, a autora Maria
Aparecida Ferreira de Mello, terapeuta ocupacional, pós doutora em Ciências da
Reabilitação/ Tecnologia Assistiva e Especialista em Seating & Positioning,
defende que a Tecnologia Assistiva seja obtida pelos seus usuários de forma
mais criteriosa através de equipes especializadas, com terapeutas ocupacionais
compondo-as.
“O conhecimento
da análise das atividades pelos terapeutas ocupacionais faz uma contribuição
significativa para a identificação do produto tecnológico que é útil para a
população pretendida” afirma a autora.
O termo
“Tecnologia Assistiva” é genérico e inclui produtos ou serviços que tornam
possível a realização de uma ou várias atividades por pessoas com deficiência,
melhorando o seu desempenho funcional.
A doutora destaca a importância dos usuários utilizarem
os produtos corretos para prevenir complicações funcionais associadas ao uso de
um produto inadequado, por exemplo, “o acesso aos produtos é um aspecto muito
importante, mas garantir que a pessoa vá adquirir o melhor produto para a sua
condição é primordial”.
Os padrões de práticas para profissionais de
Tecnologia Assistiva criados em 2008 pela Resna (Rehabilitation Engineering and
Assistive Technology Society of North America) também são abordados pela
autora.
O artigo completo está disponível no site http://goo.gl/R9PTo5