Profissionais poderão regularizar pendências junto ao Conselho.
Representantes do Crefito-3 irão visitar 39 municípios da região
A Terapia Ocupacional ensina que a organização da vida diária, os vínculos sociais e as atividades com sentido são elementos que promovem o bem-estar psíquico
Representantes do Crefito-3 irão visitar 26 municípios da região
Após a denúncia, foi realizada visita fiscalizatória no Hospital da Luz, que identificou irregularidades que estão além da competência legal de ação do Conselho
Formação no método deve ser feita por meio de curso teórico-prático com carga horária mínima de cem horas.
Publicado em: 12/01/2016
Rede social colaborativa conecta pacientes com câncer
A rede Amar a Vida ajuda as pessoas e familiares a se preparem para todo o percurso do tratamento
A rede social colaborativa Amar a Vida ajuda pacientes com câncer e seus familiares a se preparem para o percurso do tratamento. A presidente da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale), Merula Steagall, participou do Cotidiano para explicar o funcionamento dessa rede.
Ela explica que a rede Amar a Vida, uma iniciativa da Abrale, surgiu da
percepção da necessidade dos pacientes de conhecerem outras pessoas em
situações semelhantes, que já estavam em tratamento ou pessoas que já tinham
sido curadas: "as pessoas recém-diagnosticadas buscavam sempre conhecer
essas histórias para se fortalecer, ter mais coragem no enfrentamento e se
preparar para o percurso do tratamento", esclarece.
A presidente explica que para entrar nesta rede, o paciente deve se cadastrar,
com informações sobre sua doença, onde há uma série de comunidades como
"Meu filho tem câncer", “Fertilidade e câncer", “Alimentação e
câncer", em que outras pessoas com conhecimento sobre esse tema poderão
trocar informações e experiências.
Merula Steagall diz que a rede Amar a Vida começou a funcionar há seis meses e
já há três mil cadastrados, sem muita divulgação, porque a ferramenta está
sendo ajustada para ser mais intuitiva.
Ela esclarece que quando se cadastra, a pessoa recebe um email da Abrale,
sugerindo baixar o aplicativo no celular, onde a pessoa terá acesso às
discussões e escolher a comunidade que deseja participar.
Com informações da
Empresa Brasil de Comunicação