Profissionais poderão regularizar pendências junto ao Conselho.
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A Terapia Ocupacional ensina que a organização da vida diária, os vínculos sociais e as atividades com sentido são elementos que promovem o bem-estar psíquico
Representantes do Crefito-3 irão visitar 26 municípios da região
Após a denúncia, foi realizada visita fiscalizatória no Hospital da Luz, que identificou irregularidades que estão além da competência legal de ação do Conselho
Formação no método deve ser feita por meio de curso teórico-prático com carga horária mínima de cem horas.
Publicado em: 14/03/2016
Pesquisa comprova eficácia de óleos de orégano e de cravo no combate ao Aedes
Uma pesquisa
da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Minas Gerais e da Fundação
Ezequiel Dias (Funed) atestou a eficiência do uso dos óleos de orégano e de
cravo para matar as larvas do mosquito Aedes aegypti. O próximo passo do
estudo será desenvolver a fórmula para um larvicida, que será colocado à
disposição do mercado.
Em contato
com o criadouro, os óleos matam as larvas em até 24 horas. A pesquisadora
Alzira Batista Cecílio espera que até o meio do ano a formulação já esteja
pronta para ser apresentada à indústria. "Produto natural não pode ser
patenteado. Então, só após a formulação do larvicida, poderemos patentear e
iniciar as negociações com as empresas", afirma.
O estudo é um
desdobramento de outra pesquisa mais ampla, que testa o uso de produtos
naturais para combater diversos tipos de vírus. "Nesse cenário preocupante
em relação ao vírus da dengue, nós decidimos começar a estudar também plantas
que pudessem eliminar o vetor", acrescenta Alzira. Além da dengue, o
mosquito Aedes aegypti é o transmissor do vírus Zika e da febre
chikungunya.
O orégano e o
cravo foram selecionados após análise de mais de 20 plantas. O óleo é extraído
com o uso de equipamentos específicos. Por essa razão, não adianta por exemplo
colocar folhas de orégano ou cravo nos vasos das plantas.
Neste
momento, está sendo feito o estudo fitoquímico, para detalhar a composição
química dos óleos. Futuramente, está previsto também o teste desses óleos no
combate a outras fases da vida do mosquito, o que pode levar ao desenvolvimento
de um inseticida aerosol ou um repelente. A pesquisadora alerta, porém, que
esses produtos são apenas ferramentas auxiliares para combater o Aedes.
"Eliminar os criadouros continua sendo o ponto chave", reitera.
Larvicida degradável
Segundo
Alzira Cecílio, o objetivo é desenvolver um produto que não contamine o meio
ambiente, já que a maioria dos criadouros de larvas está espalhada. Elas podem
ter contato com animais e até água voltada para o consumo humano, como por
exemplo nas caixas d"água. "Queremos um larvicida que seja degradado
rapidamente e não contamine a água, ao mesmo tempo em que tenha boa eficácia. A
maioria dos larvicidas usados hoje exige algum cuidado na aplicação e deixa a
água com alguma toxicidade", explica.
No mês
passado, uma nota técnica da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco)
gerou polêmica ao criticar os larvicidas usados atualmente. O governo do Rio
Grande do Sul chegou a suspender o uso do Pyriproxifen, ao considerar que o
produto poderia estar relacionado à ocorrência de microcefalia em bebês. A
própria Abrasco negou que tenha colocado essa possibilidade em
questão.
Em entrevista
à Agência Brasil, o coordenador do grupo de saúde e ambiente da Abrasco,
Marclo Firpo, explicou que foi um mal-entendido, mas reafirmou que a entidade é
contra o uso de agentes químicos na água potável e que danos à saúde
decorrentes desses produtos não estão descartados. "Consideramos um
contrassenso sanitário, um absurdo a colocação de veneno larvicida na água
potável", disse.
Com informações da Agência Brasil