Profissionais poderão regularizar pendências junto ao Conselho.
Representantes do Crefito-3 irão visitar 39 municípios da região
A Terapia Ocupacional ensina que a organização da vida diária, os vínculos sociais e as atividades com sentido são elementos que promovem o bem-estar psíquico
Representantes do Crefito-3 irão visitar 26 municípios da região
Após a denúncia, foi realizada visita fiscalizatória no Hospital da Luz, que identificou irregularidades que estão além da competência legal de ação do Conselho
Formação no método deve ser feita por meio de curso teórico-prático com carga horária mínima de cem horas.
Publicado em: 15/03/2016
Para reduzir gastos, agências dos Correios não vão mais abrir aos sábados
A partir do próximo sábado (19), a maioria das agências dos Correios não vai mais abrir aos sábados. A medida é uma forma de reduzir os gastos da empresa e tentar chegar ao fim do ano com o orçamento em dia. Apenas as agências com grande movimentação, como em aeroportos e rodoviárias, continuarão abertas aos sábados.
“Queremos fazer um ajuste
financeiro para, que ao final deste ano, os Correios não tenham deficit como no
ano passado”, explicou o presidente dos Correios, Giovanni Queiroz. O balanço
de 2015 da empresa ainda não foi concluído, mas no final do ano passado,
Queiroz estimava que o deficit da estatal chegaria a R$ 2 bilhões.
Segundo o
presidente, muitas agências são deficitárias e com baixo fluxo de clientes aos
sábados, como a de Teófilo Otoni (MG), onde a receita média aos sábados é R$
416 e a despesa para abrir é R$ 6,6 mil. “Não há nada que justifique estar
aberta ao sábado”, diz. A medida não vale para as agências franqueadas dos
Correios, só para as agências próprias. Atualmente, os Correios têm 6.471
agências próprias e 1.011 franqueadas.
Redução
de despesas
Até o fim do ano, a empresa espera economizar R$ 1,6 bilhão com diversas ações
de redução de despesas. Os Correios estudam a possibilidade de fundir agências
que estejam próximas, realocando os funcionários e fechando as que dão
prejuízo. Ainda neste mês, um projeto-piloto deve começar a funcionar no
Distrito Federal e depois pode ser levado para outras cidades do país.
Queiroz deu
o exemplo de sua cidade natal, Redenção (PA), onde atualmente há duas agências
dos Correios, mas uma delas é pequena e deficitária. “Tem uma agência maior, em
que faltam funcionários, e tem muito mais condições, fica a 800 metros da
outra. Não faz sentido manter essa outra, porque tem um custo muito alto”, diz.
Ele garante que nenhum município ficará sem pelo menos uma agência dos
Correios.
O presidente fez uma recomendação para que todas as agências reduzam o pagamento de horas extras e o trabalho noturno dos funcionários. No ano passado, a empresa pagou R$ 720 milhões com hora extra. “Em nenhuma circunstância vamos prejudicar o serviço, vamos fazer um ajuste de gestão”, garante.
O corte pela metade dos
gastos com publicidade e patrocínio, que no ano passado significou R$ 380
milhões, também é objetivo dos Correios para economizar. Outras medidas
administrativas, como revisão de contratos de aluguel, redução do uso de
carros, telefone, viagens e diárias serão adotadas. Também será feita uma
auditoria na folha de pagamento para detectar pagamentos irregulares de
benefícios.
Aumento
de arrecadação
Para aumentar as receitas, os Correios vão começar a prestar os serviços de
telefonia móvel virtual, chamada de MVNO (Mobile Virtual Network Operator). A
concorrência para escolher a operadora de celular que irá fazer a parceria com
os Correios para vender o chip com a marca da empresa será
feita nesta semana. Com o serviço, a empresa pretende arrecadar R$ 282 milhões
nos cinco anos de contrato.
Outra medida para aumentar a arrecadação dos Correios será a ampliação do número de agências que oferecem a venda de consórcios, como de veículos e imóveis, de 190 para 3,2 mil até o fim do ano. A estatal também vai investir no setor de logística e já iniciou a negociação para ser o operador logístico oficial de todos os setores do governo federal, como já faz com a distribuição de livros didáticos e de medicamentos.
Com informações da Agência Brasil