18 de agosto: Dia do Terapeuta Ocupacional Especialista em Saúde Mental
No dia 18 de agosto de 2011, o COFFITO disciplinou, por meio da Resolução nº 408/2011, a atividade do Terapeuta Ocupacional no exercício da Especialidade Profissional em Saúde Mental.

Nesta quarta-feira, dia 18 de agosto é comemorado o Dia do Terapeuta Ocupacional Especialista em Saúde Mental. Em 2011, o Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO), disciplinou a Especialidade de Terapia Ocupacional em Saúde da Mental. 


Os terapeutas ocupacionais especialistas em Saúde Mental possuem diversas atribuições, tais como: a realização de avaliação ocupacional dos componentes percepto-cognitivos, psicossociais, psicomotores, psicoafetivos e sensoperceptivos no desempenho ocupacional; avaliação dos fatores pessoais e os ambientais que, em conjunto, determinam a situação real da vida (contextos); avaliação das restrições sociais, atitudinais e as do ambiente; realização de avaliação da função cotidiana em saúde mental; avaliação de AVD e AIVD e outros. 


A atuação do Terapeuta Ocupacional Especialista em Saúde Mental foca nos processos do Desempenho Ocupacional Psicossocial; Desempenho Ocupacional Psicoafetivo; Desempenho Ocupacional Psicomotor; Desempenho Ocupacional Percepto-cognitivo e Desempenho Ocupacional Sensoperceptivo. Além dos atendimentos individuais e em grupos, esses profissionais também podem realizar, por exemplo, orientações a pais e familiares; apoiar escolas no processo de inclusão; participar de ações para divulgação e esclarecimentos sobre as diferentes patologias, contribuindo para a desmistificação do transtorno mental entre a população geral. 


De acordo com a Resolução, profissionais Terapeutas Ocupacionais Especialistas em Saúde Mental podem atuar em todos os níveis de atenção à Saúde como o Hospitalar; Ambulatorial (clínicas, consultórios, centros de saúde); Domiciliar e Home Care; Públicos; Filantrópicos; Militares; Privados e Terceiro Setor. Nos serviços públicos de saúde, esses profissionais atuam na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), bem como em Centros de Atenção Psicossocial (CAPS); Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF); Unidades Básicas de Saúde; Unidades Básicas de Saúde da Família; Consultórios na Rua; Unidades de Acolhimento (Adulto e Infantil – UAA e UAI); Leitos de Saúde Mental no Hospital Geral; Centros de Convivência e Cultura; Processos de Desinstitucionalização nos Hospitais Psiquiátricos; Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT); Oficinas de Geração de Trabalho e Renda, Empreendimentos Solidários e Cooperativas de Trabalho.