Evento do Crefito-3 promove reflexões sobre protagonismo negro, equidade racial e práticas antirracistas na formação, na ciência e no exercício profissional
Isenção da Anuidade para doenças graves, Referencial Brasileiro de Procedimentos Terapêuticos Ocupacionais, agenda de eventos, e muito mais…
Decisões do Judiciário paraense asseguram prerrogativa profissional na esfera técnica
Participação da categoria é necessária para a melhor construção do RBPTO. Prazo para contribuir é até 30 de novembro de 2026
A migração para a plataforma Implanta prevê a suspensão temporária de serviços entre 29 de outubro e 8 de novembro. O novo sistema tem disponibilização prevista para 9 de novembro.
Publicado em: 04/12/2015
Marinha realiza 2° fase de pesquisas na foz do Rio Doce
A segunda fase de pesquisas e análises dos materiais coletados na foz do Rio Doce, em Linhares (ES), provenientes do rompimento das barragens da empresa Samarco, em novembro, na cidade de Mariana (MG) termina amanhã. Após essa etapa, a equipe divulgará os resultados preliminares dos impactos dos rejeitos de minério no mar.
São 40 pesquisadores e cientistas e cerca de 400 militares envolvidos nos trabalhos, incluindo os 90 tripulantes. As amostras de água e sedimentos foram retiradas em profundidades de 10 e 20 metros. São medidos os parâmetros físicos da água, como temperatura e salinidade.
As análises são realizadas nos três laboratórios do Navio de Pesquisa Hidroceanográfico Vital de Oliveira. A Marinha trabalha junto aos demais órgãos federais e estaduais que atuam no incidente. A ação conjunta é realizada a partir de um centro de operações instalado na Capitania dos Portos do Espírito Santo (CPES), em Vitória, sob a coordenação do 1º Distrito Naval.
A pesquisa foi dividida em duas etapas: de 26 a 30 de novembro e de 1º a 5 de dezembro. Ambas auxiliarão nos levantamentos dos impactos oceanográficos na fauna e flora da foz do rio Doce e áreas marítimas adjacentes.
Durante a primeira fase de trabalhos foram coletadas mais de 390 amostras de água e sedimentos em 21 estações oceanográficas de trabalho, distribuídas em uma área de 500 quilômetros quadrados. No total, foram coletados 350 litros de água e 65 quilos de sedimentos.
Com informações
do Portal Brasil