Profissionais poderão regularizar pendências junto ao Conselho.
Representantes do Crefito-3 irão visitar 39 municípios da região
A Terapia Ocupacional ensina que a organização da vida diária, os vínculos sociais e as atividades com sentido são elementos que promovem o bem-estar psíquico
Representantes do Crefito-3 irão visitar 26 municípios da região
Após a denúncia, foi realizada visita fiscalizatória no Hospital da Luz, que identificou irregularidades que estão além da competência legal de ação do Conselho
Formação no método deve ser feita por meio de curso teórico-prático com carga horária mínima de cem horas.
Publicado em: 04/03/2016
Enfraquecimento de medidas contra Aedes permitiu reintrodução do inseto no país
O
desenvolvimento de uma vacina para a febre amarela, nos anos 30, e a
erradicação do mosquito transmissor da doença, o Aedes aegypti, na década
de 50, fez com que o governo relaxasse as medidas de controle do mosquito, o
que permitiu sua reintrodução no país no final da década de 60, afirmou o
professor do Departamento de Epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública da
Universidade de São Paulo (USP), Delsio Natal.
Em evento
promovido pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, o
professor apresentou um panorama da trajetória do mosquito no Brasil, desde o
século 17, quando houve a primeira campanha contra a febre amarela no país. O
presidente da associação participou do evento e ressaltou que problemas de
infraestrutura e de abastecimento de água favorecem a proliferação do mosquito.
“Nós não
vamos conseguir erradicar o mosquito, precisamos baixar a densidade dele”,
disse o professor, ao avaliar que uma segunda erradicação seria muito difícil,
além de dispendiosa. “Agora nós vamos ter que controlar as epidemias, controlar
as doenças que estão chegando, que é o mais imediato e talvez sufocar a
epidemia com algum método, alguma técnica”.
Segundo
Natal, os métodos que já existem para combate ao Aedes aegypti funcionam
e só dependem de uma gestão correta para sua eficácia. “Falta muita gente [especializada]
nos municípios, falta muito técnico. A maioria dos municípios não tem nem
entomologista [que estuda os insetos] nas equipes”, disse.
O presidente
da associação disse que um grande desafio do saneamento no Brasil é a coleta e
distribuição de água e esgoto de forma adequada e eficaz. Segundo ele, a
responsabilidade recai sobre o governo federal, mas ele acredita que os
governos estaduais e municipais poderiam fazer mais sobre a questão.
“Não
conseguiremos fazer obras de esgoto em dois anos, mas é importante que se faça
a reestruturação do setor, fortalecendo os planos municipais e reestruturando
também as empresas estaduais”, disse.
Com informações da Agência Brasil