Profissionais poderão regularizar pendências junto ao Conselho.
Representantes do Crefito-3 irão visitar 39 municípios da região
A Terapia Ocupacional ensina que a organização da vida diária, os vínculos sociais e as atividades com sentido são elementos que promovem o bem-estar psíquico
Representantes do Crefito-3 irão visitar 26 municípios da região
Após a denúncia, foi realizada visita fiscalizatória no Hospital da Luz, que identificou irregularidades que estão além da competência legal de ação do Conselho
Formação no método deve ser feita por meio de curso teórico-prático com carga horária mínima de cem horas.
Publicado em: 14/03/2016
Consumo de drogas mata 200 mil pessoas por ano, diz ONU
Quase 300 mil
pessoas morrem anualmente devido ao consumo de narcóticos ilegais, entre
sobredoses e outros problemas associados, afirmou hoje, em Viena, o diretor
executivo do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC, sigla
inglês), Yuri Fedotov.
Yuri Fedotov
discursou na abertura de uma reunião da Comissão de Estupefacientes das Nações
Unidas (CEONU), iniciada hoje na capital austríaca, que conta com a presença de
ministros e de altos responsáveis de 53 países. Participaram também
instituições e organismos internacionais, com vistas a consensualizar posições
para a próxima sessão especial sobre drogas da Assembleia Geral da ONU, de 19 a
21 de abril.
Segundo
Fedotov, atualmente existem 27 milhões de toxicodependentes com problemas
graves de saúde, em que 12 milhões deles utilizam drogas injetáveis, como a
heroína.
O diplomata
russo sublinhou que o tráfico de drogas e as enormes receitas que gera
constituem um "grande problema" em várias regiões do mundo, entre
elas a América Central.
"As
crescentes ligações entre os grupos do crime organizado e a violência
extremista e terrorista se beneficiam do tráfico de drogas", lembrou
Fedotov, que lamentou que os programas de prevenção, tratamento e reabilitação
de consumidores "continuem escassos em muitos países".
Apelando aos
vários países para que apliquem medidas baseadas no respeito pelos direitos
humanos, com base em programas de prevenção e de reinserção social, Fedotov
afikrmou que há alternativas à detenção por delitos menores, como a posse de
droga para consumo pessoal.
Com essas
medidas, disse, evita-se que os indivíduos vulneráveis na prisão possam ser
recrutados por criminosos ou mesmo por terroristas.
Fedotov
destacou também que a aplicação da pena de morte por delitos relacionados com
drogas "não está nem na letra nem no espírito das convenções
internacionais".
Numerosas
organizações não governamentais mostraram-se críticas ao atual enfoque
internacional no combate ao tráfico de drogas e têm defendido uma revisão na
próxima reunião da Assembleia Geral da ONU, em abril, a primeira em quase duas
décadas.
Segundo um
relatório recente da ONG Harm Reduction International, com sede em Londres,
anualmente, em todo o mundo, são investidos 100 mil milhões de dólares (cerca
de 89.670 milhões de euros) no combate repressivo às drogas, quando 83% dos
delitos relacionados com estupefacientes são apenas a posse de pequenas
quantidades para consumo próprio.
Apesar dos
esforços internacionais, o número de consumidores aumentou quase 20%, passando
de 206 milhões em 2006 para 246 milhões em 2013, indica a ONG britânica,
citando dados das próprias Nações Unidas.
Com informações da Agência Brasil