Profissionais poderão regularizar pendências junto ao Conselho.
Representantes do Crefito-3 irão visitar 39 municípios da região
A Terapia Ocupacional ensina que a organização da vida diária, os vínculos sociais e as atividades com sentido são elementos que promovem o bem-estar psíquico
Representantes do Crefito-3 irão visitar 26 municípios da região
Após a denúncia, foi realizada visita fiscalizatória no Hospital da Luz, que identificou irregularidades que estão além da competência legal de ação do Conselho
Formação no método deve ser feita por meio de curso teórico-prático com carga horária mínima de cem horas.
Publicado em: 11/04/2016
Ações do governo combatem obesidade e sobrepeso
Uma vez
superada a fome como problema estrutural, a agenda para os próximos anos
concentra esforços na redução do consumo de alimentos processados e ultraprocessados
Ampliar o
acesso à alimentação saudável e combater o sobrepeso e a obesidade são
prioridades para o Brasil, destaca o Ministério do Desenvolvimento Social e
Combate à Fome (MDS). Uma vez superada a fome como problema estrutural, a
agenda para os próximos anos concentra esforços na redução do consumo de
alimentos processados e ultraprocessados, que levam a doenças como a diabetes, tema
do Dia Mundial da Saúde, celebrado na última quarta-feira (7) pela Organização
Mundial da Saúde (OMS).
A campanha
Brasil Saudável e Sustentável, lançada no mês passado, é uma das estratégias do
governo federal, em parceria com organizações da sociedade e o setor privado,
para promover a alimentação saudável e alertar para os riscos da má
alimentação. A campanha promove ações que estimulem as pessoas a refletir sobre
os hábitos de consumo e a optar por escolhas alimentares saudáveis, como
produtos locais, frescos, vindos da agricultura familiar e da produção orgânica
ou agroecológica.
“A produção
de alimentos saudáveis começa no campo e vai até o consumidor. E as políticas
públicas que o ministério desenvolve incentivam a agricultura familiar, a
agroecologia e apoio aos produtos da sociobiodiversidade”, destaca o secretário
nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do MDS, Arnoldo de Campos.
Outra ação
com foco na promoção do consumo de alimentos saudáveis é o Pacto Nacional
para Alimentação Saudável, lançado pela presidenta Dilma Rousseff em novembro
do ano passado. O Pacto prevê incentivos à produção de alimentos orgânicos,
agroecológicos e da agricultura familiar e a ampliação das condições de oferta
e disponibilidade desses alimentos.
Atualmente,
57% da população brasileira adulta estão com excesso de peso e 21,3% dessas
pessoas são obesas. Além disso, 72% das mortes no Brasil são ocasionadas por
doenças crônicas não transmissíveis, como o câncer, o diabetes, que têm como
uma das causas a má alimentação e o consumo de produtos ultraprocessados, ricos
em açúcar, sal e gorduras.
“As crianças
são prioridade, uma vez que quanto mais cedo estivermos expostos à alimentação
inadequada, mais cedo também surgem os problemas decorrentes da má alimentação,
como a diabetes, hipertensão e a até mesmo o câncer”, destaca Campos.
Outros resultados
Ao longo dos
últimos 12 anos, o governo federal executou políticas públicas que impactam
positivamente na saúde das famílias mais pobres e vulneráveis do País. Um exemplo
é o Programa Água para Todos. Em todo o Semiárido, já são 1,2 milhão de
cisternas construídas, que permitem às famílias mais pobres produzir mais e
consumir água de qualidade.
O acesso à
água também beneficia crianças. Além disso, foram construídas 2,3 mil
cisternas para captação de água da chuva em escolas públicas do Semiárido.
As crianças
mais pobres também estão tendo acesso à saúde, graças ao Bolsa Família. A cada
semestre, cerca de 9 milhões de famílias beneficiárias do programa de
transferência de renda são acompanhadas na saúde. As crianças de até 7 anos são
vacinadas de acordo com o calendário oficial — mais de 5 milhões estão com as
vacinas em dia.
Nas consultas
de crescimento e desenvolvimento, as crianças ainda são pesadas e medidas. Um
impacto importante verificado é que entre 0 e 5 anos, o percentual dos
beneficiários com deficiência nutricional crônica caiu pela metade – de 17,5%,
em 2008, para 8,5 %, em 2012. A altura média das crianças do Bolsa Família
também aumentou devido à melhoria nutricional. Em 2008, os meninos tinham 107,8
cm e, em 2012, mediam 108,6 cm. Já as meninas passaram de 107,2 cm para 107,9
cm.
Com informações do Portal Brasil