Últimas Notícias

Crefito-3 EDUCA #137: Estratégias de Educação de Pacientes para Melhora de Desfechos Clínicos


Crefito-3 realiza conferência sobre o protagonismo negro na ciência

Evento do Crefito-3 promove reflexões sobre protagonismo negro, equidade racial e práticas antirracistas na formação, na ciência e no exercício profissional


RESUMO SEMANAL

Isenção da Anuidade para doenças graves, Referencial Brasileiro de Procedimentos Terapêuticos Ocupacionais, agenda de eventos, e muito mais…


Justiça valida atuação de fisioterapeutas em perícias no Pará

Decisões do Judiciário paraense asseguram prerrogativa profissional na esfera técnica


Coffito abre Consulta Pública do Referencial Brasileiro de Procedimentos Terapêuticos Ocupacionais

Participação da categoria é necessária para a melhor construção do RBPTO. Prazo para contribuir é até 30 de novembro de 2026


Vai precisar de algum serviço do Crefito-3? Antecipe suas solicitações até 28 de outubro

A migração para a plataforma Implanta prevê a suspensão temporária de serviços entre 29 de outubro e 8 de novembro. O novo sistema tem disponibilização prevista para 9 de novembro.


VEJA MAIS

Imagem da notícia

Publicado em: 13/02/2019

Coffito se pronuncia a respeito da Nota Técnica nº11/2019 do Ministério da Saúde

Conselho Federal enviou ofício pedindo reunião para discutir as mudanças na Política Nacional de Saúde Mental e nas Diretrizes da Política Nacional sobre Drogas

A publicação da Nota Técnica nº 11/2019-CGMAD/DAPES/SAS/MS, do Ministério da Saúde, foi recebida com preocupação pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional – Coffito, por acreditar que a decisão possa significar um retrocesso ao trabalho desenvolvido no país nas últimas décadas. Para a terapeuta ocupacional e vice-presidente do Coffito, Dra. Patrícia Luciane Santos de Lima, o fim da institucionalização de pacientes com doenças mentais e/ou vícios, oferecendo tratamentos que possibilitam a autonomia e o contato com a família, foi um marco para a saúde mental brasileira. “Antigamente, com a internação, o paciente era segregado. Em qualquer comportamento que fosse considerado fora dos padrões, especialmente em caso de doenças mentais diagnosticadas, era adotada a institucionalização. Neste contexto, a Terapia Ocupacional surgiu com viés da humanização, respeitando a individualidade, reestabelecendo rotinas e devolvendo a independência”, ressaltou.

As menções à internação e à aplicação da eletroconvulsoterapia também causam perplexidade aos profissionais da área da Saúde Mental. No Sistema Coffito/Crefitos o tema já está sendo pautado pelo colegiado. Para a vice-presidente, fica difícil enxergar algo benéfico ao encontrar estas alusões no texto, principalmente por acreditar que o modelo atual contempla de forma mais efetiva o tratamento dos pacientes.