Últimas Notícias

Crefito-3 EDUCA #137: Estratégias de Educação de Pacientes para Melhora de Desfechos Clínicos


Crefito-3 realiza conferência sobre o protagonismo negro na ciência

Evento do Crefito-3 promove reflexões sobre protagonismo negro, equidade racial e práticas antirracistas na formação, na ciência e no exercício profissional


RESUMO SEMANAL

Isenção da Anuidade para doenças graves, Referencial Brasileiro de Procedimentos Terapêuticos Ocupacionais, agenda de eventos, e muito mais…


Justiça valida atuação de fisioterapeutas em perícias no Pará

Decisões do Judiciário paraense asseguram prerrogativa profissional na esfera técnica


Coffito abre Consulta Pública do Referencial Brasileiro de Procedimentos Terapêuticos Ocupacionais

Participação da categoria é necessária para a melhor construção do RBPTO. Prazo para contribuir é até 30 de novembro de 2026


Vai precisar de algum serviço do Crefito-3? Antecipe suas solicitações até 28 de outubro

A migração para a plataforma Implanta prevê a suspensão temporária de serviços entre 29 de outubro e 8 de novembro. O novo sistema tem disponibilização prevista para 9 de novembro.


VEJA MAIS

Imagem da notícia

Publicado em: 01/07/2020

Carta Capital destaca casos de pacientes recuperados da COVID-19 que ainda têm sintomas

São diversos os relatos de infectados que, semanas após atravessar a fase mais aguda do vírus, continuam apresentando sintomas da COVID-19.

Em matéria publicada em 22 de junho, a Carta Capital destacou casos de pacientes recuperados da COVID-19 que ainda sentem os sintomas da doença. Um desses pacientes é o fisioterapeuta Dr. Fábio Rodrigues, que atua no Hospital das Clínicas, em São Paulo. Dr. Fábio é especialista em recuperação cardiorrespiratória e contraiu o vírus entre os pacientes do HC, referência no atendimento ao coronavírus em São Paulo e região. Embora não tenha sido hospitalizado, duas semanas após o diagnóstico, o fisioterapeuta ainda não recuperou totalmente o olfato e o paladar. Dentre os sintomas, Dr. Fábio disse que também sente um cansaço que surge repentinamente. 


Segundo as informações da Carta Capital, são diversos os relatos de infectados que, semanas após atravessar a fase mais aguda do vírus, continuam apresentando sintomas da COVID-19, como dor de cabeça, diarreia, perda de olfato e paladar, dores renais e fraqueza muscular.  


A COVID-19 provoca uma reação inflamatória muito mais intensa do que a da gripe e do H1N1. Um quadro conhecido como imunotrombose. De acordo com o pneumologista do Hospital Sírio-Libanês, Dr. Daniel Deheinzelin, “é normal manifestar sintomas por até oito semanas. Não quer dizer que todo mundo vai ter, mas acontece sim com certa frequência”.  Ainda não está claro, contudo, se estas manifestações são provocadas pela doença em si ou pela resposta inflamatória. 


Como o coronavírus é recente e ainda desconhecido, não houve tempo para conferir se os sintomas prolongados que muitos pacientes apresentam se converterão em sequelas de fato. Segundo o professor Paulo Saldiva, a perda definitiva mais provável são as sequelas pulmonares, mas ainda é cedo para afirmar. Um grupo liderado pelo pneumologista Carlos de Carvalho, chefe do Centro de Contingência do Coronavírus em São Paulo, pretende colocar à prova justamente essa possibilidade. Os pesquisadores devem acompanhar, por um ano, cerca de 2 mil pacientes de COVID-19 que deixarem o Hospital das Clínicas.