Municípios de São Paulo rejeitam EaD na saúde
Câmara de Vereadores de 26 municípios do Estado aprovaram moção de repúdio à proposta de formação de profissionais da saúde realizada integralmente na modalidade a distância

O (FCAFS-SP) – Fórum dos Conselhos Atividade-Fim Saúde de São Paulo, que reúne os Conselhos de Fiscalização do Exercício profissional das 14 profissões regulamentadas da área, divulgaram o resultado de um levantamento que revela como municípios paulistas têm se posicionado a respeito da oferta de cursos de formação na área da saúde – seja em nível técnico, seja em nível superior – exclusivamente na modalidade de ensino a distância.

Até setembro último, 26 municípios, por meio da Câmara de Vereadores, publicaram moções de repúdio a esse modelo de ensino. Os deputados estaduais da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP) fazem coro a esse repúdio, publicando também sua própria moção.

Dentre os argumentos que justificam a assinatura das Moções de Repúdio, registra-se que o modelo EaD “não assegura quesitos fundamentais para o processo de formação na área da saúde” (Câmara Municipal de Ibúna); que “a vida ´prioridade, e deve estar acima de quaisquer outros interesses” (Câmara Municipal de Santo Antônio de Posse), e que “os polos EaD não cumprem as exigências legais, sem equipamentos adequados e suficientes para atender o número de acadêmicos” (Câmara Municipal de Mogi Guaçu).

Para conhecer o texto das Moções de Repudio dos 26 municípios e da Alesp, acesse http://bit.ly/RepudioEaD