Na capital, Crefito-3 contribui com esforço da Secretaria Municipal de Saúde no enfrentamento à Covid-19
Dados obtidos durante as visitas dos fiscais especiais, que verificaram a biossegurança das equipes de fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais em hospitais de todo o estado, foram compartilhados com a SMS-SP

O Crefito-3 recebeu convite da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo para compor a Mesa Técnica que reúne órgãos representantes de diferentes categorias da área da saúde. O presidente do Crefito-3, Dr. José Renato de Oliveira Leite representa o Crefito-3 nas reuniões, que serão semanais, até o fim da pandemia da Covid-19.


Estiveram presente à reunião, além do Crefito-3, representantes dos Conselhos de Medicina, de Enfermagem e de Farmácia e de outras entidades e órgãos da área da saúde em São Paulo.


Segundo Dr. José Renato, o objetivo da Mesa Técnica é oferecer à Prefeitura um panorama geral das estratégias, ações e resultados do enfrentamento à Covid-19,  e fornecer dados referentes A problemas de capacitação e fornecimento de EPIs nos hospitais;  número de leitos, número de profissionais envolvidos na assistência; informações sobre número de profissionais afastados, em razão de contaminação pelo coronavírus, entre outros dados. 


Biossegurança das equipes


Uma das pautas abordadas na reunião foi a avaliação da situação dos profissionais de saúde durante o enfrentamento à pandemia da Covid-19, segundo cada Conselho Profissional. 


Nesse quesito, o Crefito-3 já havia se antecipando, ao iniciar, no final de março, a estratégia de visitas da Fiscalização Especial às instituições e apuração das condições de biossegurança nos hospitais de todo o estado de São Paulo. Esse trabalho foi teve sua primeira fase concluída em  três semanas, com a visitação de 100% dos hospitais mapeados - inclusive, os hospitais de campanha. 


Na reunião, Doutor José Renato apresentou  os resultados apurados pela fiscalização especial, e a classificação do nível de risco às equipes nas instituições visitadas,  que foi dividida em três faixas, identificadas por cores: verde, para as instituições sem problemas no fornecimento de EPIs para a equipe;  amarelo. para aquelas onde havia falta de algum EPI e falta de treinamento das equipes,  e vermelho, para hospitais com grande  dificuldade em cumprir as normas de biossegurança. 


Os dados foram compartilhados com a Secretaria Municipal de Saúde, que deverá utilizar a informação para traçar estratégias.