Classificação Brasileira de Diagnósticos Fisioterapêuticos já é realidade
Após três anos de estudos, Coffito, Crefitos, associações e sociedade de especialistas da Fisioterapia, estão definidas as nomenclaturas exclusivas da Fisioterapia. A classificação é um marco para a profissão.

Desde 1969, a partir de seu reconhecimento legal, a Fisioterapia conta com total autonomia para realizar seus diagnósticos próprios. 


Porém, a profissão não contava com um padrão de nomenclatura, seguindo as diretrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS).


Em 2019, o Coffito, por meio da criação da Comissão Nacional de Procedimentos Fisioterapêuticos, constituiu  o Grupo de Trabalho de Diagnósticos Fisioterapêuticos, cujo trabalho resultou na elaboração da Classificação Brasileira de Diagnósticos Fisioterapêuticos (CBDF).


Tendo como base a Classificação Internacional de Funcionalidade (CIF), a CBDF servirá de guia para consulta, visando padronizar as designações, descrições e a codificação dos diagnósticos fisioterapêuticos, resultantes da avaliação semiológica do paciente, sob a ótica da fisioterapia, no que tange às deficiências cinético- funcionais.


A Classificação Brasileira de Diagnósticos Fisioterapêuticos teve aprovação do Coffito em 31 de março de 2022, tendo sido apresentada, analisada e ajustada pelos Crefitos e pelas  Associações/Sociedades de especialistas da Fisioterapia.


A CBDF representa um grande marco para a fisioterapia, consolidando a identidade da profissão; oferecendo maior autonomia e valorização dos fisioterapeutas.


Em breve, o Coffito irá publicar a Resolução que institui a Classificação Brasileira de Diagnósticos Fisioterapêuticos (CBDF).