Profissionais poderão regularizar pendências junto ao Conselho.
Representantes do Crefito-3 irão visitar 39 municípios da região
A Terapia Ocupacional ensina que a organização da vida diária, os vínculos sociais e as atividades com sentido são elementos que promovem o bem-estar psíquico
Representantes do Crefito-3 irão visitar 26 municípios da região
Após a denúncia, foi realizada visita fiscalizatória no Hospital da Luz, que identificou irregularidades que estão além da competência legal de ação do Conselho
Formação no método deve ser feita por meio de curso teórico-prático com carga horária mínima de cem horas.
Publicado em: 20/02/2015
Fisioterapeuta dá dicas de como comprar o tipo de colchão ideal
Para ter uma boa noite de sono e acordar com o corpo revigorado é preciso tomar alguns cuidados, como escolher o colchão ideal. Além de estar adequado ao tipo físico da pessoa que o utiliza, o colchão também deve estar dentro do prazo de validade e, em alguns, casos respeitar alguma patologia específica do usuário.
Segundo o fisioterapeuta Vitor Kenji, do Centro de Qualidade de Vida, um colchão de espuma precisa ser trocado a cada cinco anos. “A espuma deforma rápido e faz com que, com o passar do tempo, a pessoa acorde com o corpo dolorido”, explica. Os demais tipos de colchão como os de mola podem ser trocados a cada sete anos em média.
Na hora da compra, a dica do especialista é ficar atento ao conforto e sentir a acomodação do corpo no produto. Para fazer uma boa análise, a dica é deitar no colchão por alguns minutos na posição de costume. “Se a pessoa sentir um desconforto nesse período deve procurar outro modelo”, explica.
Ainda de acordo com Vitor, o colchão deve respeitar a anatomia do corpo humano e não pode pressionar a pele e os músculos, porque isso atrapalha a circulação sanguínea. “Ombro e quadril deve estar acomodados para evitar dores lombares”, completa.
O tamanho deve ser o suficiente para não limitar os movimentos durante a noite. A dica para casais é optar por modelos de colchão com molas ensacadas, conhecimento popularmente como sistema pocket. “É o mais indicado porque quando uma pessoa se mexe, a outra não sente”, conclui.
Com informações
do Uol