Profissionais poderão regularizar pendências junto ao Conselho.
Representantes do Crefito-3 irão visitar 39 municípios da região
A Terapia Ocupacional ensina que a organização da vida diária, os vínculos sociais e as atividades com sentido são elementos que promovem o bem-estar psíquico
Representantes do Crefito-3 irão visitar 26 municípios da região
Após a denúncia, foi realizada visita fiscalizatória no Hospital da Luz, que identificou irregularidades que estão além da competência legal de ação do Conselho
Formação no método deve ser feita por meio de curso teórico-prático com carga horária mínima de cem horas.
Publicado em: 06/07/2015
Pacientes com Parkinson podem melhorar problemas de fala
A voz em um tom muito baixo e quase inaudível, entre outros desajustes da fala natural, e os tremores nas mãos estão entre os principais sintomas da doença de Parkinson. Quem sofre desse mal tem baixa autoestima e, consequentemente, é levado ao isolamento social.
Mas o problema de comunicação pode ser revertido com exercícios, segundo a fonoaudióloga Fabíola Juste, que desenvolve um método de tratamento aos pacientes na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
De acordo com a especialista, os exercícios de fonoaudiologia, que seguem o método Lee Silverman, criado nos Estados Unidos e muito usado pelos profissionais da área, garantem a reabilitação para a grande maioria dos portadores de Parkinson.
O diagnóstico envolve áreas multidisciplinares e o plano de reabilitação é traçado a partir do estágio de comprometimento da doença que pode estar associada a outros problemas de saúde. Às vezes, há o agravante de um quadro de demência. Nessas condições, o doente não consegue compreender as orientações.
A maioria de seus pacientes têm idade a partir de 50 anos, mas ela lembra que a doença pode atingir pessoas com idade abaixo do limite. Entre eles estão os que apresentam as sequelas há mais de 15 anos.
“A queixa comum refere-se à voz, problemas de articulação e da fluência da velocidade [da fala]. Alguns nem conseguem abrir a boca e aí precisamos avaliar o impedimento e o grau de perda do movimento da musculatura”, explica a médica.
A especialista adverte que não existe uma terapêutica única a ser recomendada porque cada paciente deverá ser analisado caso a caso para serem estabelecidos os tipos de exercícios de reabilitação.
O resultado do tratamento é lento, complementa a fonoaudióloga. E o êxito vai depender da persistência nos exercícios. Os pacientes recebem orientações para repetir os exercícios em casa, o que inclui atividades para ampliar a capacidade respiratória, o ritmo da fala e a altura da voz.
Com informações
da Agência Brasil