Profissionais poderão regularizar pendências junto ao Conselho.
Representantes do Crefito-3 irão visitar 39 municípios da região
A Terapia Ocupacional ensina que a organização da vida diária, os vínculos sociais e as atividades com sentido são elementos que promovem o bem-estar psíquico
Representantes do Crefito-3 irão visitar 26 municípios da região
Após a denúncia, foi realizada visita fiscalizatória no Hospital da Luz, que identificou irregularidades que estão além da competência legal de ação do Conselho
Formação no método deve ser feita por meio de curso teórico-prático com carga horária mínima de cem horas.
Publicado em: 10/08/2015
Projeção de instituições financeiras para a inflação este ano chega a 9,32%
Instituições
financeiras consultadas semanalmente pelo Banco Central (BC) esperam que a
inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA),
chegue a 9,32% este ano. Essa foi a 17ª elevação seguida para a projeção. Na
semana passada, a estimativa estava em 9,25%.
Para o
próximo ano, a expectativa é inflação menor: 5,43%. Na semana passada, a
estimativa estava em 5,40%. As projeções estão acima do centro da meta de
inflação, 4,5%. O teto da meta, 6,5%, deve ser estourado este ano.
Na última
sexta-feira (7), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)
informou que o IPCA acumulado nos primeiros sete meses do ano chegou a
6,83%, o índice mais elevado para o período de janeiro a julho desde 2003
(6,85%). Em 12 meses encerrados em julho, a taxa ficou em 9,56%.
Para tentar
trazer a inflação para a meta, o BC elevou a taxa básica de juros, a Selic, por
sete vezes seguidas. A promessa do BC é entregar a inflação na meta em 2016.
O BC indicou que não deve elevar a Selic na próxima reunião do Comitê de
Política Monetária (Copom), em setembro. Segundo o BC, os efeitos de elevação
da Selic levam tempo para aparecer.
Para as
instituições financeiras, a Selic deve permanecer em 14,25% ao ano até o fim de
2015 e ser reduzida em 2016, encerrando o período em 12% ao ano.
A taxa é
usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e
Custódia (Selic) e serve como referência para as demais taxas de juros da
economia. Ao reajustá-la para cima, o BC contém o excesso de demanda que
pressiona os preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam
a poupança. Quando reduz os juros básicos, o Copom barateia o crédito e
incentiva a produção e o consumo, mas alivia o controle sobre a inflação.
Embora ajude
no controle dos preços, o aumento da taxa Selic prejudica a economia, que
atravessa um ano de recessão, com queda na produção e no consumo.
A expectativa
das instituições financeiras para a retração da economia, este ano, passou de
1,80% para 1,97%, na quarta piora seguida. Para o próximo ano, as instituições
não esperam mais por crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). A estimativa é
estabilidade (crescimento zero), ou seja, não deve haver nem crescimento, nem
queda. Na semana passada, a previsão era crescimento de 0,20%.
Na avaliação
do mercado financeiro, a queda na produção industrial passou de 5% para 5,21%,
este ano. Em 2016, a projeção de crescimento foi ajustada de 1,30% para 1,15%.
A pesquisa do
BC também traz a projeção para a inflação medida pelo Índice Geral de Preços –
Disponibilidade Interna (IGP-DI), que passou de 7,67% para 7,66%, este ano.
Para o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), a estimativa subiu de 7,64%
para 7,69%, em 2015. A estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor da
Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) passou de 8,76% para
9,17%, este ano.
A projeção
para a cotação do dólar subiu de R$ 3,35 para R$ 3,40, ao final de
2015, e de R$ 3,49, para R$ 3,50 no fim de 2016. Na semana passada, o BC
anunciou aumento na intervenção no câmbio para tentar conter a alta da moeda
americana. Na última sexta-feira, o dólar comercial fechou cotado a R$ 3,508,
com queda de R$ 0,029 (-0,83%).
Com informações da Agência Brasil