Profissionais poderão regularizar pendências junto ao Conselho.
Representantes do Crefito-3 irão visitar 39 municípios da região
A Terapia Ocupacional ensina que a organização da vida diária, os vínculos sociais e as atividades com sentido são elementos que promovem o bem-estar psíquico
Representantes do Crefito-3 irão visitar 26 municípios da região
Após a denúncia, foi realizada visita fiscalizatória no Hospital da Luz, que identificou irregularidades que estão além da competência legal de ação do Conselho
Formação no método deve ser feita por meio de curso teórico-prático com carga horária mínima de cem horas.
Publicado em: 25/08/2015
Reconhecimento social da Terapia Ocupacional é meta a ser alcançada pela Câmara Técnica de Educação do Crefito-3
Câmara nasce defendendo perspectiva de trabalho que leve à população a educação e o conhecimento sobre a profissão
Terapeutas
ocupacionais e estudantes de graduação em todo o estado acompanharam na
quarta-feira, 19 de agosto, a primeira reunião da Câmara Técnica de Educação do
Crefito-3.
Com
participação presencial e também via videoconferência nas subsedes, além de
acompanhamento pela internet, a reunião coordenada pela Drª Celina Camargo
Bertalotti apresentou os objetivos da Câmara, que incluem a formação de um
grupo de trabalho para discutir formas de ampliação do conhecimento e
reconhecimento social da Terapia Ocupacional.
"Nossa
profissão enfrenta obstáculos e dificuldades relacionadas à falta de clareza da
sociedade a respeito do nosso trabalho. As pessoas não têm clareza sobre o que
faz o terapeuta ocupacional. Uma das consequências desse desconhecimento é um
impacto direto sobre as oportunidades no mercado de trabalho. Nossa presença
poderia ser fortalecida se a população soubesse e exigisse a presença do
profissional", explica Drª Celina.
Outra
questão que é foco das preocupações da Câmara Técnica é a baixa demanda de
vestibulandos por cursos de Terapia Ocupacional. Drª Celina destacou que o
campo de atuação do profissional da área é grande; existem cursos suficientes,
mas não existe o interesse dos egressos do ensino médio. Ela compreende que
esse desinteresse contribui para enfraquecer a profissão.
"Não
temos conseguido formar um número suficiente de profissionais para atender à
demanda. Por essa razão, outras categorias profissionais têm assumido nosso
papel. Não temos terapeutas ocupacionais para ocupar esses espaços".
A
coordenadora da Câmara Técnica ressaltou a importância da iniciativa do
Crefito-3 em abrir espaço para discussão sobre o tema, mas alertou para a
necessidade de envolvimento da categoria. "O Crefito-3 se propôs a
fomentar esse debate e contribuir para essa educação da sociedade. Mas nós,
terapeutas ocupacionais, é que temos que pautar o Crefito a respeito daquilo
que consideramos importante abordar. Precisamos discutir estratégias que
divulguem a Terapia Ocupacional na sociedade, para que possamos nos fortalecer.
Ao final
da reunião, Drª Celina convidou os participantes a já pensarem em propostas
para alcançar os objetivos da Câmara Técnica, que deverão ser apresentadas em
uma próxima reunião. A data, ainda a ser definida, será divulgada no site do
Crefito-3.