Profissionais poderão regularizar pendências junto ao Conselho.
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A Terapia Ocupacional ensina que a organização da vida diária, os vínculos sociais e as atividades com sentido são elementos que promovem o bem-estar psíquico
Representantes do Crefito-3 irão visitar 26 municípios da região
Após a denúncia, foi realizada visita fiscalizatória no Hospital da Luz, que identificou irregularidades que estão além da competência legal de ação do Conselho
Formação no método deve ser feita por meio de curso teórico-prático com carga horária mínima de cem horas.
Publicado em: 07/10/2015
"Mais Especialidades será um programa prioritário", diz ministro da Saúde
Ao assumir a chefia do Ministério da Saúde, na terça-feira (6), o ministro Marcelo Castro recebeu um documento inédito com orientações para implantar o programa "Mais Especialidades", um dos compromissos de campanha da presidenta Dilma Rousseff. Documento entregue pelo ex-ministro Arthur Chioro, de acordo com Castro, será seguido e o programa será uma das prioridades da pasta. “O poder público tem de estar atento para suprir a carência de especialidades”, disse. “Não há a menor dúvida de que o Mais Especialidades será um programa prioritário na nossa gestão”, afirmou.
Na sua despedida, após 20 meses à frente da Saúde, Chioro ressaltou a importância do programa, cujo objetivo é ampliar o acesso a consultas, exames e procedimentos especializados no Sistema Único de Saúde (SUS). “Esse é um documento construído por pessoas que acreditam no SUS, como agente transformador e indutor da qualidade de vida para a população”, disse.
O ex-ministro ressaltou que o Mais Especialidades pode ser implantado, agora, após a consolidação de políticas de saúde adotadas nos últimos anos – como a chegada de profissionais a cidades do interior e bairros de periferias atendidas pelo programa Mais Médicos. “Chegou a hora de enfrentarmos um dos maiores desafios do SUS, um de seus maiores gargalos”, sugeriu Chioro.
Castro classificou o SUS como “um sistema em construção” ao defender a regionalização integrada do modelo universal de saúde pública. “Vamos perseguir também a questão das especialidades, porque às vezes numa cidade tem o número adequado de médicos, mas falta a especialidade A, B ou C”, disse.
O ministro apontou como outra prioridade o estímulo à ampliação do número de médicos no interior do País. “O Brasil tem apenas 1,8 médico por mil habitantes e isso nos deixa numa posição inferiorizada em relação a muitos vizinhos e a países mais desenvolvidos, como os europeus”, observou. “Precisamos aumentar o número de médico e o governo está agindo nessa ação e vamos continuar nessa direção de criar mais faculdades de medicina, de aumentar as vagas para formar mais médicos e interioriza essa formação”, disse.
Com informações
do Portal Brasil