Profissionais poderão regularizar pendências junto ao Conselho.
Representantes do Crefito-3 irão visitar 39 municípios da região
A Terapia Ocupacional ensina que a organização da vida diária, os vínculos sociais e as atividades com sentido são elementos que promovem o bem-estar psíquico
Representantes do Crefito-3 irão visitar 26 municípios da região
Após a denúncia, foi realizada visita fiscalizatória no Hospital da Luz, que identificou irregularidades que estão além da competência legal de ação do Conselho
Formação no método deve ser feita por meio de curso teórico-prático com carga horária mínima de cem horas.
Publicado em: 19/02/2016
Relatório da OIT revela que Brasil terá 700 mil desempregados em 2016
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) prevê que o
número de desempregados crescerá em 2,3 milhões de pessoas em todo o mundo este
ano e em 1,1 milhão em 2017. Ou seja, em dois anos, 3,4 milhões de pessoas a
mais farão parte do contingente global de desempregados.
Do total de trabalhadores que
passarão a integrar as estatísticas do desemprego em 2016, segundo a OIT, 700
mil serão brasileiros. Os dados estão no relatório World Employment and Social
Outlook – Trends 2016 (Emprego no Mundo e Perspectiva Social – Tendências
2016), divulgado hoje (19) pelo organismo multilateral.
Segundo a OIT, que é vinculada
à Organização das Nações Unidas (ONU), as estimativas se baseiam nas projeções
mais recentes de crescimento econômico. Na avaliação da entidade, a desaceleração
econômica global ocorrida em 2015 tende a causar um impacto atrasado sobre os
mercados de trabalho em 2016, resultando em um aumento nos níveis de desemprego,
particularmente nas economias emergentes. A entidade destacou principalmente as
economias da Ásia e América Latina.
Especificamente na América
Latina, a OIT informou que o Brasil, “maior economia da região”, está “entrando
em uma severa recessão”. Conforme o organismo, o fenômeno de queda na atividade
econômica no país e em outras economias emergentes reflete “uma combinação do
declínio em preços de commodities (produtos básicos com cotação
internacional) e fatores estruturais”. Como principal problema estrutural na
América Latina, foram citados os baixos ganhos em produtividade.
O organismo acrescentou que a
economia asiática foi afetada pelo crescimento mais fraco do que o esperado na
China, combinado ao menor preço das commodities. “Em 2015, o crescimento
econômico da China caiu para abaixo de 7% (para 6,8%) pela primeira vez em mais
de duas décadas".
Segundo previsão da OIT, a China terá um acréscimo de 800 mil no número de pessoas desempregadas, sendo 400 mil em 2016 e 400 mil em 2017.
Fonte: Agência Brasil