Profissionais poderão regularizar pendências junto ao Conselho.
Representantes do Crefito-3 irão visitar 39 municípios da região
A Terapia Ocupacional ensina que a organização da vida diária, os vínculos sociais e as atividades com sentido são elementos que promovem o bem-estar psíquico
Representantes do Crefito-3 irão visitar 26 municípios da região
Após a denúncia, foi realizada visita fiscalizatória no Hospital da Luz, que identificou irregularidades que estão além da competência legal de ação do Conselho
Formação no método deve ser feita por meio de curso teórico-prático com carga horária mínima de cem horas.
Publicado em: 25/02/2016
Produção de machos estéreis do Aedes aegypti deve começar em setembro
Em meio ao
cenário de epidemia do vírus Zika na América Latina e no Caribe, a Agência
Internacional de Energia Atômica (Aiea) anunciou esta semana que vai
transferir ao Brasil a tecnologia necessária para esterilizar machos do
mosquito Aedes aegypti em uma tentativa de controle populacional
do vetor na região.
O equipamento
será enviado para a biofábrica Moscamed Brasil, localizada na cidade de
Juazeiro, região norte da Bahia. A instituição foi escolhida pela própria
agência de energia nuclear das Nações Unidas e será a primeira biofábrica do
mundo a utilizar a tecnologia de raios-x para esterilização de insetos e
controle biológico de pragas.
Em entrevista
à Agência Brasil, o doutor em radioentomologia pelo Centro de Energia
Nuclear Aplicada à Agricultura da Universidade de São Paulo (USP) e
diretor-presidente da Moscamed, Jair Virgínio, explicou que a chegada de um
irradiador gama de cobalto-60 vai permitir à biofábrica a produção de até 12
milhões de machos estéreis do Aedes aegypti por semana.
Uma vez
superados os procedimentos de desembaraço para a entrada do aparelho no país,
sobretudo no que diz respeito às normas técnicas para equipamentos nucleares, a
expectativa é que a produção em larga escala de machos estéreis seja iniciada
até setembro. Já a liberação dos mosquitos está prevista para começar até o final
do ano – inicialmente, em municípios com até 30 mil habitantes.
Segundo ele,
a técnica a ser usada se assemelha a uma espécie de controle de natalidade do
mosquito.
"É
sempre bom lembrar que o macho não pica as pessoas. Ele se alimenta de
substâncias açucaradas, como néctar e seiva. É a fêmea quem precisa de sangue
para maturar os ovos e colocá-los. E a fêmea do Aedes copula uma única vez na
vida", explica Jair Virgínio.
Com informações da Agência Brasil