Profissionais poderão regularizar pendências junto ao Conselho.
Representantes do Crefito-3 irão visitar 39 municípios da região
A Terapia Ocupacional ensina que a organização da vida diária, os vínculos sociais e as atividades com sentido são elementos que promovem o bem-estar psíquico
Representantes do Crefito-3 irão visitar 26 municípios da região
Após a denúncia, foi realizada visita fiscalizatória no Hospital da Luz, que identificou irregularidades que estão além da competência legal de ação do Conselho
Formação no método deve ser feita por meio de curso teórico-prático com carga horária mínima de cem horas.
Publicado em: 09/03/2016
OMS alerta que vacina contra vírus Zika pode chegar tarde demais
A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou hoje (9) que
uma vacina contra o vírus Zika pode chegar "tarde demais" para ter um
impacto real na atual epidemia na América Latina.
"O desenvolvimento das
vacinas ainda está em um estágio muito precoce e as opções mais avançadas ainda
vão demorar vários meses para serem testadas em humanos", disse a
diretora-geral-adjunta da OMS, Marie-Paule Kieny, acrescentando que "é
possível que as vacinas cheguem tarde demais para o atual surto na América
Latina".
Em declarações, dadas ao fim
de uma reunião de dois dias sobre a pesquisa relacionada ao vírus, a
especialista disse que a vacina é um "imperativo", especialmente para
mulheres grávidas e para mulheres em idade fértil.
No entanto, o diretor do
instituto de pesquisa brasileiro Butantan, Jorge Kalil, disse que o processo
será lento: "Talvez dentro de três anos tenhamos uma vacina. Três anos,
sendo otimista".
Na reunião, que juntou
especialistas e representantes dos países afetados, os cientistas definiram
como prioridades o desenvolvimento de testes de diagnóstico, a produção de
vacinas para mulheres em idade fértil e a criação de instrumentos de controle
vetorial que permitam reduzir a população de mosquitos.
"O vírus Zika leva a uma
infecção moderada e quase inofensiva na maioria dos pacientes”, recordou
Marie-Paule Kieny, explicando que, por esse motivo, a produção de medicamentos
para tratar a infecção "e menos prioritária nesta fase".
"A necessidade mais
premente é o desenvolvimento de instrumentos de diagnóstico e prevenção para
preencher a atual lacuna na investigação e para proteger as mulheres grávidas e
os seus bebês", afirmou.
Pesquisa
De acordo com a OMS, 67
empresas e instituições estão atualmente empenhadas em produzir testes,
vacinas, medicamentos e produtos para controlar o mosquito Aedes aegypti, que
transmite o vírus Zika.
São 31 equipes trabalhando em
testes de diagnóstico, 18 focadas no desenvolvimento de vacinas, oito para
tratar da doença e 10 no controle do mosquito transmissor, que se encontram em
diferentes estágios de desenvolvimento. Até o momento, nenhuma vacina ou
medicamento foi testada em humanos.
Segundo a OMS, a comunidade
científica "respondeu prontamente" à necessidade de produtos médicos
relacionados à infecção por Zika e de medidas inovadoras de controle vetorial.
Em comunicado, a OMS destacou
também que a rapidez com que a informação está sendo divulgada entre os países
é "um grande avanço em relação à resposta da comunidade científica ao
surto de Ébola" que atingiu países da África em 2014 e 2015.
“Embora o desenvolvimento de produtos esteja em fase mais inicial do que o do Ébola", disse Marie-Paule Kieny, a metodologia e a coordenação entre parceiros "está muito mais avançada, graças às lições aprendidas durante a epidemia de Ébola".
Com informações da
Agência Brasil