Profissionais poderão regularizar pendências junto ao Conselho.
Representantes do Crefito-3 irão visitar 39 municípios da região
A Terapia Ocupacional ensina que a organização da vida diária, os vínculos sociais e as atividades com sentido são elementos que promovem o bem-estar psíquico
Representantes do Crefito-3 irão visitar 26 municípios da região
Após a denúncia, foi realizada visita fiscalizatória no Hospital da Luz, que identificou irregularidades que estão além da competência legal de ação do Conselho
Formação no método deve ser feita por meio de curso teórico-prático com carga horária mínima de cem horas.
Publicado em: 10/03/2016
Dilma e Mara Gabrilli discutem políticas de apoio às pessoas com deficiência
A presidente
Dilma Rousseff se reuniu nesta quarta-feira (9) com a deputada Mara Gabrilli
(PSDB-SP) para, de acordo com a parlamentar, ouvir demandas de entidades
defensoras dos direitos das pessoas com deficiência. O principal pleito
apresentado pela deputada, que é tetraplégica, foi o pedido para o governo
zerar a fila de espera para o fornecimento de cadeiras de rodas por parte do
Poder Público, atualmente, em milhão e 800 mil pedidos.
Segundo Mara
Gabrilli, muitos brasileiros passam anos na fila. A presidente Dilma disse que
"alcançar essa meta é uma coisa que dá para fazer”. As duas conversaram
também sobre o atendimento a bebês com microcefalia, já que, nos últimos meses,
os casos aumentaram consideravelmente e podem estar relacionados ao vírus Zika.
A deputada
disse que o Brasil não tem, na prática, uma política de cuidados às pessoas com
deficiência no Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo ela, essa constatação foi
o motivo que a fez contestar a presidenta, no mês passado, durante abertura do
ano legislativo no Congresso Nacional. Na ocasião, Mara Gabrilli interrompeu o
discurso de Dilma, momentaneamente, quando era citada a Rede de Assistência às
Pessoas com Deficiência.
A deputada
disse ter saído do encontro otimista quanto ao atendimento de parte dos
pedidos. Ela informou que a presidente manifestou interesse de o governo
federal participar como parceiro na atuação do projeto coordenado por ela, que
localiza e auxilia pessoas com mobilidade reduzida para uma ação conjunta em
Recife, daqui a cerca de dois meses.
“Eu acho que
até hoje faltou muita vontade, porque é um crime deixar uma criança esperando
cinco anos por uma cadeira, fora da escola. Outra coisa que eu chamei atenção:
não é só responsabilidade do governo federal. É municipal e estadual também.
Mas o federal tem que tomar uma atitude. Só 20% das escolas de ensino básico no
Brasil têm acessibilidade. Como assim? Quando a criança consegue a cadeira,
para sair de casa, se locomover em uma calçada e em um transporte acessível, aí
ela chega e a escola não dá acesso?”, questionou.