Profissionais poderão regularizar pendências junto ao Conselho.
Representantes do Crefito-3 irão visitar 39 municípios da região
A Terapia Ocupacional ensina que a organização da vida diária, os vínculos sociais e as atividades com sentido são elementos que promovem o bem-estar psíquico
Representantes do Crefito-3 irão visitar 26 municípios da região
Após a denúncia, foi realizada visita fiscalizatória no Hospital da Luz, que identificou irregularidades que estão além da competência legal de ação do Conselho
Formação no método deve ser feita por meio de curso teórico-prático com carga horária mínima de cem horas.
Publicado em: 11/03/2016
Acidente nuclear de Fukushima completa 5 anos e preocupa ecologistas
O grupo ecologista Greenpeace advertiu hoje, no quinto
aniversário do terremoto e do tsunami que provocaram o acidente nuclear de
Fukushima, que “não há solução à vista para os quase 100 mil desalojados” pela
crise na central japonesa. “Não sabemos exatamente o que causou o acidente e o
governo japonês continua minimizando o nível de radioatividade nas zonas que
tiveram de ser evacuadas. É trágico e inaceitável”, lamentou, em comunicado, o
diretor da organização ecologista no Japão, Junichi Sato.
Para os ambientalistas, a crise da central Fukushima Daiichi foi “um dos piores acidentes industriais na história” e os governos devem apostar urgentemente na “energia limpa, renovável e segura”. O Greenpeace também pediu ao governo japonês e à operadora Tokyo Electric Power (Tepco), proprietária da central, para dar prioridade à “segurança e ao meio ambiente” e apontou que o encerramento da central de Takahama, ordenado esta semana por um tribunal do Japão, por razões de segurança, é “um sinal de que a energia nuclear não tem futuro" no país.
O Greenpeace concluiu um estudo do impacto ambiental do
acidente de Fukushima e apresentará os resultados nos próximos meses. No
entanto, já publicou, na semana passada, relatório em que alerta para as
mutações detectadas na flora e na fauna da área afetada pelo acidente de 11 de
março de 2011, advertindo para as “elevadas concentrações de radiação” em
folhas novas de cedro e no pólen, alterações de crescimento em árvores como o
abeto ou em espécies como as borboletas azuis, para danos no ADN de gusanos (um
tipo de verme) e para uma redução da fertilidade da andorinha comum.
Cinco anos após o desastre
nuclear de Fukushima, o Japão pretende que os 37 países que ainda proíbem ou
limitam a importação de alimentos daquela região levantem as restrições,
afirmou hoje o governo. “Gostaríamos de erradicar estes rumores danosos [sobre
os produtos de Fukushima] mostrando os progressos na reconstrução, através das
nossas embaixadas”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros, Fumio Kishida.
O chefe da diplomacia nipônica
se comprometeu a “continuar trabalhando” para que sejam levantadas as
barreiras, impostas por conta das emissões da central que contaminaram as zonas
próximas e que afetaram os produtos da agricultura, pecuária e pesca.
Segundo dados oficiais japoneses, 37 países e regiões, incluindo a China ou a Coreia do Sul, ainda impõem limitações. O Japão também proibiu temporariamente a venda e o consumo de vários produtos de Fukushima, como arroz ou carne de vaca, dentro do próprio país.