Profissionais poderão regularizar pendências junto ao Conselho.
Representantes do Crefito-3 irão visitar 39 municípios da região
A Terapia Ocupacional ensina que a organização da vida diária, os vínculos sociais e as atividades com sentido são elementos que promovem o bem-estar psíquico
Representantes do Crefito-3 irão visitar 26 municípios da região
Após a denúncia, foi realizada visita fiscalizatória no Hospital da Luz, que identificou irregularidades que estão além da competência legal de ação do Conselho
Formação no método deve ser feita por meio de curso teórico-prático com carga horária mínima de cem horas.
Publicado em: 12/05/2016
Brasil tem 1.326 casos confirmados de microcefalia
O Ministério
da Saúde informou nesta quarta-feira (11) que foram confirmados, em todo o
país, 1.326 casos de microcefalia e outras alterações do sistema nervoso,
sugestivos de infecção congênita. Os dados foram coletados até 7 de maio. Desde
o início das investigações, em outubro de 2015, foram notificados 7.438 casos
suspeitos – 2.679 foram descartados e 3.433 permanecem em investigação. O
balanço anterior, feito até o dia 30 de abril, apontava 1.271 casos
confirmados.
De acordo com
a pasta, os 1.326 casos confirmados foram registrados em 484 municípios de 25
unidades da Federação. Até o momento, apenas no Acre e em Santa Catarina não há
confirmação de casos. O Nordeste continua liderando o número de casos
confirmados (1.190). Há ainda 2.419 casos em investigação na região. Do total,
205 casos tiveram confirmação por critério laboratorial específico para o vírus
Zika. O Ministério da Saúde disponibiliza no site a distribuição
dos casos notificados de microcefalia por região.
“O Ministério da Saúde, no entanto, ressalta
que esse dado não representa, adequadamente, a totalidade do número de casos
relacionados ao vírus. A pasta considera que houve infecção pelo Zika na maior
parte das mães que tiveram bebês com diagnóstico final de microcefalia”,
informou o comunicado.
Foram
registrados ainda, segundo o boletim, 262 óbitos suspeitos de microcefalia e/ou
alteração do sistema nervoso central após o parto ou durante a gestação
(abortamento ou natimorto) em todo o país. Desses, 56 foram confirmados para
microcefalia e/ou alteração do sistema nervoso central, 32 foram descartados e
174 continuam em investigação.
“O Ministério
da Saúde ressalta que está investigando todos os casos de microcefalia e outras
alterações do sistema nervoso central, informados pelos estados, e a possível
relação com o vírus Zika e outras infecções congênitas. A microcefalia pode ter
como causa, diversos agentes infecciosos além do Zika, como sífilis,
toxoplasmose, outros agentes infecciosos, rubéola, citomegalovírus e herpes
viral”, destaca o texto.
A pasta
orienta mulheres grávidas a adotarem medidas que possam reduzir a presença do
mosquito Aedes aegypti no meio em que vive, como a eliminação de
criadouros, além de se protegerem da exposição de mosquitos, mantendo portas e
janelas fechadas ou teladas, usando calça e camisa de manga comprida e
utilizando repelentes permitidos para a gestação.
Com informações da Agência Brasil