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Representantes do Crefito-3 irão visitar 26 municípios da região
Após a denúncia, foi realizada visita fiscalizatória no Hospital da Luz, que identificou irregularidades que estão além da competência legal de ação do Conselho
Formação no método deve ser feita por meio de curso teórico-prático com carga horária mínima de cem horas.
Publicado em: 25/08/2016
Saúde anuncia economia de R$ 384 milhões; verba vai custear UPAs e medicamentos
O Ministério
da Saúde anunciou nesta quarta-feira (24) uma economia de R$ 384,3 milhões por
meio da revisão de contratos, cargos, projetos, compra de medicamentos e
insumos estratégicos. O montante economizado, segundo a pasta, será utilizado
para custear 99 unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) e para a aquisição de 7,4
milhões de medicamentos.
Entre as
medidas adotadas pelo ministério estão: a extinção de 417 cargos; a redução
média de 33% em despesas de serviços gerais, sem prejuízo das atividades; a
redução média de 20% dos valores contratados com todas as empresas de
tecnologia, sem alteração do escopo; e a redução de até 39% dos valores na
aquisição de medicamentos e insumos estratégicos, sem perda em cobertura.
Segundo o
ministro da Saúde, Ricardo Barros, considerando todas as ações de gestão
realizadas pela pasta, a eficiência total foi de R$ 857,1 milhões. Além dos R$
384,3 milhões economizados em contratos, houve ainda, de acordo com Barros,
contenção do reajuste inflacionário no valor de R$ 447,8 milhões e de R$ 25
milhões em convênios para a compra de aceleradores lineares utilizados na
radioterapia.
“Conseguimos
resultados muito significativos dentro do contexto da eficiência, que é meu
discurso desde que cheguei no ministério”, disse Barros. “Estamos fazendo mais
com os mesmos recursos que temos. É um momento de eficiência na gestão de R$
857 milhões em 100 dias”, completou, ao se referir ao período em que está à
frente da pasta.
Medicamentos
A negociação
junto à indústria farmacêutica, de acordo com o ministério, levou a uma
economia de R$ 222 milhões na aquisição de medicamentos. Nos últimos três
meses, a pasta fechou 33 contratos com preço por unidade até 39% menor que o
praticado em 2015.
O Ministério
cita como exemplo o Sofosbuvir, utilizado no tratamento da hepatite C. O valor
unitário do medicamento passou de R$ 252,92 em 2015, para R$ 173,36 em 2016, o
que representa economia de 31%.
Reforma
administrativa
A pasta
extinguiu 417 cargos, sendo 335 de Direção e Assessoramento Superior (DAS) de
livre nomeação e 82 funções gratificadas, gerando economia anual de R$ 12,5
milhões. A redução envolve o próprio ministério, a Fundação Oswaldo Cruz
(Fiocruz) e a Fundação Nacional de Saúde (Funasa).
Além disso,
908 cargos de DAS foram transformados em função comissionada do poder Executivo
e só poderão ser ocupados por servidores públicos.
Serviços
gerais e informatização
De acordo com
o ministério, foram revistos 29 contratos de aluguel e serviços gerais, o que
representou economia de R$ 52,2 milhões até o final deste ano. O valor equivale
a uma redução de 33% do orçamento inicial. Há ainda uma economia prevista pelo
governo federal de 12,39% para 2017.
Na área de
informática, 38 contratos foram renegociados, o que levou a uma economia de R$
80,8 milhões. Deste valor, R$ 15 milhões são referentes a revisão de contratos,
R$ 34,8 milhões oriundos da racionalização do número de links inativos
e R$ 31 milhões com licitação de conexão de links.
Ainda segundo
a pasta, o acompanhamento da Carta SUS passou a ser feito por meio eletrônico.
Desta forma, informações ao paciente sobre o valor pago para seu atendimento na
rede pública, no caso de internações e outros procedimentos de alta
complexidade, poderão ser acessadas no site do ministério. A economia
prevista é de R$ 17 milhões por ano.
Radioterapia
Por fim, o
governo federal pediu a revisão de 39 convênios ainda não executados com
estados e municípios para a compra de aceleradores lineares – utilizados na
radioterapia. O equipamento, que inicialmente custaria R$ 50 milhões, sairá por
R$ 25 milhões.
Com informações da Agência Brasil