Evento do Crefito-3 promove reflexões sobre protagonismo negro, equidade racial e práticas antirracistas na formação, na ciência e no exercício profissional
Isenção da Anuidade para doenças graves, Referencial Brasileiro de Procedimentos Terapêuticos Ocupacionais, agenda de eventos, e muito mais…
Decisões do Judiciário paraense asseguram prerrogativa profissional na esfera técnica
Participação da categoria é necessária para a melhor construção do RBPTO. Prazo para contribuir é até 30 de novembro de 2026
A migração para a plataforma Implanta prevê a suspensão temporária de serviços entre 29 de outubro e 8 de novembro. O novo sistema tem disponibilização prevista para 9 de novembro.
Publicado em: 22/03/2017
100 anos da Terapia Ocupacional: para onde estamos caminhando?
No princípio, era a saúde.
Em 1917, o olhar sobre o que viria a se consolidar como modelo de prática da Terapia Ocupacional, centrava-se quase que exclusivamente na recuperação de habilidades perdidas como consequência de lesões.
100 anos e muitos progressos depois, as definições meramente etimológicas dos termos Terapia e Ocupacional já não dão conta de definir a profissão, que se tornou plural.
Na entrevista concedida ao Crefito-3 pelo Dr. Leonardo José Costa Lima, iremos levantar uma fresta do véu que ainda guarda o que se vislumbra para o futuro da profissão.
Vamos compreender que a Terapia Ocupacional do século XXI é uma ciência que já está muito além da saúde, abraçando os campos da cultura, da arte e da assistência social, ampliando a atuação do terapeuta ocupacional para universos inimagináveis há 100 anos.
Em suas palavras, Dr. Leonardo nos mostra o quanto a integração dos saberes em Terapia Ocupacional promove relações mais humanizadas, onde crianças, idosos, adolescentes, ou pessoas em condição de vulnerabilidade são vistas e compreendidas de forma integral.
Defende ainda que este é um momento de capacitação do profissional, que deve investir na especialização para intervir sobre as demandas e avanços no atendimento à população.